Programação diversificada acontece no Centro Cultural Amélio Amorim

Com gestão FUNCEB/SECULT, o espaço cultural recebe série de projetos e espetáculos em outubro

O Centro de Cultura Amélio Amorim, espaço que este mês voltou a ser administrado pela Fundação Cultural do Estado da Bahia – FUNCEB em Feira de Santana, recebe, durante o mês de outubro, uma diversificada programação, que envolve projetos, como o a exibição de vídeos do Circuito Popular de Cinema e Vídeo, e espetáculos como Ó Pai, Ó, Cabaré da Raça e 1,99, para toda a população.

Confira a programação cultural:

Quando: 16 (sexta-feira), às 20h

Camerata da OSBA: Quinteto de Metais da Bahia

As Cameratas da Orquestra Sinfônica da Bahia já é conhecida por divulgar a música de concerto, levando-a a diversos públicos. As sete cameratas formadas por músicos da OSBA têm se apresentado em locais alternativos como hospitais, escolas, igrejas e associações de bairros, democratizando o acesso à música de orquestra, e contribuindo para a formação de novas plateias. Em Feira de Santana, o Quinteto de Metais continua na busca de explorar todas as potencialidades do grupo, desenvolvendo pesquisa de repertório resultando num trabalho que abrange uma extensão ampla em termos de gêneros e estilos musicais, enfatizando a música brasileira.

Quanto: Grátis

Quando: 21 e 28 (quartas-feiras), às 15h e 19h

Circuito Popular de Cinema e Vídeo

A fim de ampliar o acesso da população à produção audiovisual brasileira, o Circuito Popular de Cinema e Vídeo, projeto da FUNCEB, através de sua diretoria de Espaços Culturais e em parceria com a Diretoria de Audiovisual – DIMAS e a Programadora Brasil, é composto por mostras quinzenais de diversos gêneros, entre longa e curta-metragem, nos espaços culturais da FUNCEB. No Centro Amélio Amorim, os filmes O Gordo e o Magro, Os Três Patetas, e animações infantis do festival Animaí! serão exibidos.

Quanto: Grátis.

Quando: 23 (sexta-feira), às 20h

Ó Paí, ó! – Apresentado pelo Bando de Teatro Olodum desde 1992, Ó Pai, ó! permanece atual pela síntese que faz do modo de ser e sobreviver dos moradores e frequentadores do histórico bairro do Pelourinho. O nome deriva da expressão popular das ruas de Salvador, uma corruptela de “Olhe para isso, olhe”. Apresentada por meio de personagens cômicos, representativos dos mais diferentes tipos que movimentavam o bairro como a religiosa intolerante, músicos, artistas plásticos, prostitutas, travestis, baianas de acarajé, proprietários de pequenos bares, etc, a montagem retrata um dia na vida desses diversos tipos que viviam no Centro Histórico: uma Terça-feira de Benção. Em 2006, com direção da cineasta Monique Gardemberg, Ó Paí, ó! ganhou uma adaptação para as telas e posteriormente virou uma série de TV.

Quanto: R$ 10,00 (inteira) R$ 5 (meia)

Quando: 24 (sábado), às 17h

Bate-papo sobre processos criativos – Conversa informal entre o Bando de Teatro Olodum e a classe artística feirense aborda uma das coisas mais intrigantes do trabalho de um artista: como foi o processo que o fez chegar no resultado apresentado?

Quanto: Grátis

Quando: 24 (sábado), às 20h.

Cabaré da Raça – Também realizado pelo o Bando de Teatro Olodum, o espetáculo aborda um tema forte: o preconceito racial. Entretanto, a montagem musical utiliza-se de linguagem popular e direta, o que leva o público ao riso e também à reflexão. É justamente essa combinação de discurso inflamado com bom humor e doses de ousadia que Cabaré da Rrrrraça expõe as mais diversas manifestações do racismo e da discriminação contra os negros no Brasil. Em cena, os atores dão voz aos personagens para contar à platéia casos vividos por eles mesmos, assim como relatos de diversas pessoas que enfrentaram o preconceito racial.

Quanto: R$ 10 (inteira) R$ 5 (meia)

Quando: 29 e 30 (quinta e sexta-feira), às 20h

1,99 – A idéia de Ricardo Castro, ator e diretor de 1,99, era fazer um espetáculo solo que o salvasse da desesperada decisão de abandonar o teatro e o Brasil. Nessa empreitada, ele se responsabilizou em escrever o texto, dirigir, interpretar, criar figurinos, cenários e iluminação, além de escolher a trilha sonora. Para dar ao público a oportunidade de prestigiar a montagem, o ingresso custaria (na época da estreia) apenas R$ 1,99! Assim, a peça é recheada e personagens do cotidiano brasileiro, tendo como base depoimentos colhidos pelo autor nos mais diversos lugares como bancos, repartições públicas, mesas de bares, pontos de ônibus, entre outros.

Quanto: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia)

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